CIRURGIAS

5 dúvidas sobre anestesia geral

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A anestesia geral ainda é o obstáculo entre muitas pacientes e a realização do sonho da cirurgia plástica. Esse tipo de sedação é cercado de mitos e equívocos, fazendo com que muitas pessoas tentem fugir dessa técnica que é, muitas vezes, imprescindível durante a realização da cirurgia plástica.
Nem todo procedimento requer anestesia geral. Alguns deles podem ser realizados com anestesia local, sedação, uma combinação das duas ou a anestesia regional, que é aplicada ao redor do nervo responsável pela transmissão dos sinais de dor em determinado local.
Entretanto, muitos procedimentos populares necessitam de anestesia geral para que possam ser realizados com segurança, prevenindo não só que o paciente sinta qualquer desconforto durante a cirurgia, como também possibilita que ele fique completamente parado naquele período.
Esse é o caso de procedimentos como a abdominoplastia, lipoaspiração, lipoescultura e cirurgias associadas.
Levando tudo isso em consideração, não é surpresa que as pacientes tenham muitas dúvidas a respeito da anestesia geral e, por isso, quero responder algumas delas aqui no blog, para que você possa tomar a sua decisão de maneira informada e se sentir mais segura na hora de realizar a sua cirurgia. Vamos lá?

Como funciona a anestesia geral?

A anestesia geral é uma combinação de medicamentos que coloca o paciente num estado inconsciência controlada. É parecido com o sono, mas muito mais profundo porque a anestesia geral, na verdade, faz com que o cérebro não responda aos sinais de dor ou qualquer outro reflexo corporal e ainda impede que o paciente se lembre do que aconteceu durante a cirurgia.
Ela pode ser administrada por inalação de gases com medicamentos anestésicos ou com injeção pela veia. Os dois métodos são seguros e a profundidade e quantidade de sedação administrada é controlada pelo anestesista, podendo variar de acordo com a duração do procedimento, idade, peso e condições de saúde do paciente.

Quais são os riscos da anestesia geral?

A anestesia geral é muito segura e a maioria das pessoas se submete a esse tipo de sedação sem problemas.
Entretanto, alguns fatores podem aumentar os riscos de complicações como confusão pós- operatória, pneumonia, AVC e problemas cardíacos:

  • Tabagismo
  • Obesidade
  • Hipertensão
  • Diabetes
  • Problemas cardiovasculares, renais ou pulmonares
  • Abuso de álcool e outras drogas
  • Histórico de reação adversa à anestesia geral

Tudo isso é avaliado na consulta com o cirurgião plástico e anestesista, além de solicitarmos uma série de exames que têm como objetivo justamente compreender qual o real estado de saúde do paciente. Assim, vamos saber os riscos que o procedimento oferece e fazer de tudo para minimizá-los.

É o cirurgião quem administra a anestesia?

O responsável pela anestesia geral é o médico anestesista. É ele quem vai determinar a medicação utilizada, como ela será administrada e em que quantidade. Além disso, ele controla a respiração e pressão arterial, monitorando o nível de oxigenação no sangue, qualidade do ar inspirado e expirado e o quão profunda ou leve está a sedação.
Depois, no pós-operatório, é o anestesista quem vai receitar os remédios indicados para o controle da dor. Ou seja, na cirurgia plástica você terá uma equipe completa para garantir que o seu procedimento seja realizado com segurança e o mínimo de desconforto possível.

Qual a diferença entre anestesia regional e geral?

Essas duas anestesias são diferentes na forma de aplicação e nos efeitos provocados no corpo do paciente. Na anestesia regional vamos tornar apenas uma parte do corpo insensível à dor, podendo ou não associá-la à sedação. É esse o tipo de anestesia utilizado, por exemplo, durante o parto.
Já a anestesia geral envolve, necessariamente, a sedação e o bloqueio da sensibilidade à dor em todo o corpo do paciente.

Como é acordar depois da anestesia geral?

Depois que terminarmos a cirurgia, o anestesista vai reverter as medicações para acordar o paciente, que irá despertar lentamente na sala de recuperação. Geralmente, a pessoa tem como última lembrança a administração da anestesia. É normal se sentir grogue e confusa inicialmente e alguns efeitos colaterais podem aparecer:

  • Náusea
  • Boca seca
  • Garganta sensível
  • Tremores
  • Sonolência
  • Dores musculares

Todas essas sensações devem ser comunicadas para a equipe! Assim, você será amparada e saberá que o que está sentindo faz parte do efeito da anestesia e vai passar dentro de algumas horas.
No fim das contas, a anestesia geral é uma ferramenta incrível que trouxe segurança para o paciente e as melhores condições para que o cirurgião consiga realizar procedimentos com o máximo de precisão e tranquilidade.
É compreensível que as pacientes tenham receios, afinal, vão “apagar” e despertar depois de um procedimento já feito. Justamente por isso, a confiança na equipe é tão importante!

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